Dokusha no Monogatari #01 – “A regra dos 0,14”

12992207_989082654461837_287885063_n.png

Pelo começo e pelo sucesso.

Estamos começando hoje uma nova coluna que pretende aproximar nós de vocês queridos leitores. É o lugar onde vocês podem expressar ideias, pensamentos ou algo relacionado a NisioIsin, inicialmente será mais voltado ao universo do autor, mas temos planos de expandir esse tipo de postagem a outras coisas.

O leitor Marcelo escreveu uma postagem que achamos realmente interessante e envolve mais de uma obra do NisioIsin, além dele ter se apresentado. Não se intimidem pelo tamanho do post, escrevam menos ou o quanto quiserem. Se me permitem pegar uma fala do Araragi emprestada: “Por favor, assim como ouvi esta história, peço paciência para que vocês a ouçam também.”

As cortinas já vão se abrir.

A Regra dos 0,14

Eu pensei em chamar esse texto de Zaregoto, mas depois desisti. Vamos apenas fingir que isso aqui vai realmente ser algo de conteúdo, e que não é apenas uma conjunto de pensamentos de uma pessoa que não pode conversar com seus amigos sobre Monogatari, porquê nenhum deles assistiu, ou sente interesse em assistir. Nada disso, isso é algo sério, apesar de que não deve ter a qualidade do que o Raigho e a Marcela escrevem, mas vamos tentar….

Espera, eu devia ter me apresentado antes…

Bem, meu nome é Marcelo, tenho 22 anos, e frequento o blog a mais ou menos um ano. Não seria estranho dizer que se não fosse por eles, eu não teria compreendido o que realmente significa Monogatari, e como funciona parte da cabeça do Nisio — Até porque acho que é impossível entender o que ele pensa por completo. — Sendo bem sincero, eu não era muito fã de Monogatari no começo, não chegava a odiar, mas assistir Bakemonogatari foi um desafio, eu não conseguia entender nada, eu sentei na frente do pc esperando um anime de vampiros com muito sangue — Já que a classificação dele era 18+ — Porém, isso não aconteceu em partes, no lugar disso, eu encontrei um anime com um senso de ambientação bizarro e com muitas falas, falas que não acabavam mais, era basicamente ver eles conversando o tempo todo, e cara, como eu ri da cena da Senjougahara tirando uma papelaria do bolso, foi literalmente um: “mas o que que tá acontecendo ali”.

Porém, acho valido ressaltar que gostei muito do arco da Hachikuji, principalmente as piadas com o nome do Arararagi… Quer dizer, Araragi… Meu senso de humor para coisas bobas é bem forte, então talvez, por isso acabei gostando das demais piadas do “tio do pavê” como o Raigho chama ele às vezes.

Porém, resumindo, eu não gostei de Bakemonogatari, e se não fosse por um pequeno detalhe, eu teria deixando o anime no arco da Nadeko. Mas depois de muito esforço, eu terminei Bake e alguns meses depois comecei Nisemonogatari, mais por obrigação do que por diversão. E acredite se quiser, eu achei bem mais legal Nise do que Bake, acho que foi pelo fato de ter simpatizado muito com a Tsukihi, e mais tarde, descobrir que ela era uma Kaii ajudou a me dar essa sensação de que “foi legal”. Depois de ter terminado Nisemonogatari, eu logicamente fui para a Second Season, afinal, eu queria saber como tinha ficado a história da Tsukihi ser imortal e tudo mais, porém, foi lá que “acordei” para vida, foi depois do arco da Hachikuji que eu parei e pensei: “pera aí, tem mais coisa nisso do que apenas um pouco de fanservice e diálogos longos”.

Foi então que eu tive que procurar pela cronologia da série, e acabei caindo nesse site, que ainda por cima tinha uma área completa sobre todos os comentários que eu precisava saber para entender melhor o que estava acontecendo ali. Depois de perder algum tempo lendo quase todos os Zenmanais, eu voltei e comecei a série desde o início, lendo Kizumonogatari, e depois assistindo desde Neko até Hanamonogatari, eu quase que literalmente devorei a série em duas semanas, Kizu eu li em um dia, os demais animes eu fui assistindo com o tempo, mas foi tudo muito rápido — Talvez por eu ter aprendido a “assistir” e não apenas “ver” — Eu fiquei fascinado, era tudo muito interessante, todas as coisas tinha um porquê, tinha uma razão para estar ali, os personagens, as personalidades, até mesmo os diálogos que eu achava maçante no começo, tinham ganhando um novo significado.

É por isso que para mim, Monogatari foi como um Kaii, eu sempre vi ela, a série esteve todo tempo ali, mas eu não sabia da real existência dela até finalmente tomar consciência disso, de saber entender o que o Nisio queria passar com cada ideia. Foi pensando nisso que eu decidi escreve esse texto, eu queria reunir alguns frase/ideias que eu gosto e falar um pouco delas, tentar mostrar o que Monogatari, e até mesmo o Nisio são para mim.

Kanami_Ibuki

Por conveniência, o valor de PI deixa de ser 3,14 para se tornar 3. (Sonoyama Akane)

Eu não sou muito bom em filosofar, mas eu adoro ouvir filosofias, pensamentos, ou qualquer coisa que me faça perceber que eu não tinha pensando naquilo antes, algo do tipo: “PQP! Como é que eu nunca tinha percebido isso?”. E para minha sorte, os textos dos Nisio são recheados disso. Em Monogatari é um pouco mais “sutil”, está ali, mas você tem que pensar um pouco mais para entender, porém, em Zaregoto isso é jogado na sua cara quase toda hora, são teorias, leis de mercado/economia, filosofias, tudo isso vem acompanhado com o nome, e o mais legal, quase nunca tem o sentido original.

Olha para essa frase um pouco acima, isso é apenas matemática, sim, apenas matemática que esse maldito usou para passar uma lição de vida. A primeira vez que eu li, eu tive que parar para pensar, não porquê era algo difícil, mas sim porquê era algo lógico do nosso dia a dia que eu nunca tinha me dado conta. Se for para facilitar um resultado, as pessoas não se importam em ignorar os “valores menores”, é bem mais simples resolver uma conta com o valor 3, do que com o valor 3,14, e por mais que os resultados se aproximem, não quer dizer que são iguais.

Kunagisa.Tomo.full.1052727

Esforço sempre gera coisas boas, mas não necessariamente resultados. (Zaregoto – Volume 4

OK, talvez não seja exatamente assim que esteja no Novel, mas é basicamente a ideia que eu direi a respeito disso. Você pode se esforçar sim, muito por sinal, e é quase certeza que vai dar em alguma coisa, porém, a vida, como a boa cretina que ela é, pode simplesmente ignorar isso e deixar passar todo seu esforço, não é porque você se dedicou aquilo, que ele tem que ser algo de sucesso.

Acho que em grande parte, os motivos de eu ter gostado tanto dessa ideia seja pelo fato de eu ser masoquista realista, eu prefiro viver na realidade do que ter uma “doce” ilusão das coisas, e nessa parte, o Nisio também parece se esforçar bem para sempre nos lembrar como a vida é… Bem, a vida.

E não será sempre que a junção de esforço, amizade e vitória irá funcionar. O arco da Nadeko deixa isso bem claro, não importa quanto o Araragi se esforçou em resolver o problema, até mesmo colocando a própria vida em risco, no final, ele não teve o resultado que queria — resolver aquela maldição/Kaii sem que ninguém se machucasse. — Tudo que ele conseguiu foi uma “coisa boa”, no caso, salvar a Nadeko.

Medaka_Box_Abnormal_01_Medaka_Kurokami_2

Eu não me lembro de uma frase propriamente dita para usar no caso de Medaka box, mas uma das ideias que eu mais curti, e gosto de usar na minha vida, é a de quando eles estão explicando que para a Medaka, ela não é nenhum mostro, porque tudo o que ela faz é normal, ela não se enxerga como anomalia pois no fundo, ela não está fazendo isso, ela só está sendo ela mesma.

Pensa o seguinte, você é uma pessoa que corre exatos 50m por dia, sem fazer esforço, ou fazer corpo mole, esse é o seu normal, e acima de tudo, você é uma pessoa isolada do mundo, então, não tem como saber se esses 50m são muito ou pouco, tudo que você sabe é que consegue correr tudo isso sem esforço. Agora, pegamos uma segunda pessoa, ela corre exatos 100m do mesmo modo que você, sem se esforçar ou desanimar, e também vive afastado de tudo. Dá para dizer então, que para ambos, esse valor é o “mesmo”, sem tirar nem pôr, porém, se por um acaso vocês dois se encontrarem, e acabarem conversando sobre corridas, provavelmente a primeira pessoa se sentiria mal por fazer metade do esforço da outra, mas, se as duas nunca tivessem se encontrado, isso não teria acontecido, basicamente, é como dizer que se você tem uma parâmetro, vai acabar encontrando valores negativos ou positivos. E para mim, isso é mais uma das indiretas do Nisio sobre como consideramos ele como um gênio.

Por mais que para nós pareça algo surpreendente, no fundo, tudo o que ele está fazendo é sentar em frente ao computar e digitar o que vem à cabeça, nada muito diferente do que você faz quando quer mandar indireta no facebook para “azinimigas”.

tumblr_nh2ucpiCL11u6sgt4o1_1280

Perceber a própria ignorância não é erudição, é ignorância. (Gaen Izuko)

Escolher um personagem preferido em Monogatari é complicado, para não dizer quase impossível, pelo menos para mim. Mas se eu tivesse que escolher, acho que colocaria minha querida Oshino-chan em primeiro lugar, junto da Tsukihi. Mas como isso não é um top 10 personagens de Monogatari, vamos apenas nos concentrar na frase.

A Gaen, como já foi falado uma vez nesse blog, é a personificação do Nisio, ela tá ali para explicar o que toda aquela bagunça é. A personagem responsável por dar os pontos finais e nos mostrar onde tudo se encaixa, mas ela faz isso de um jeito muito diferente. Nas palavras do Episode: “Você fala como se todas as pessoas soubessem do que você está falando”.

Ela explica as coisas, mas vai fazendo isso aos poucos, usando referências, analogias, indiretas, e com isso, acaba sendo quase uma enciclopédia de frases de efeito.

Dava para fazer umas duas páginas só com coisas que ela diz e faz durante a série, porém, dentre elas, uma das que mais gosto é essa que escrevi. Essa frase como posso dizer… Foi meu segundo gatilho para “aceitar” Monogatari, eu fiquei admirado de pensar nessa possibilidade. Do meu ponto de vista, reconhecer os próprios erros sempre foi algo positivo, eu nunca pensei em como isso poderia ser “ruim”.

Porém, infelizmente eu não consigo definir isso de uma forma melhor, seria mais ou menos como dizer que perceber um erro, é o erro em si. Afinal, um erro acontece pela falta de “previsão”, algo que aconteceu sem você notar, mas se você já sabe que isso é um erro, então, esse é o erro em si… Confuso? Muito.

maxresdefault

Ser gentil com todas as pessoas significa que não existe alguém especial para você. (Black Hanekawa)

Se existiu um segundo gatilho, obviamente existiu um primeiro, e se você não estava se perguntando o porquê de uma pessoa que diz não ter gostado do anime ter assistido três temporadas, por favor, faça isso agora para que eu não me senta triste.

O meu ponto inicial com Monogatari, e até mesmo com as obras do Nisio, foi essa frase. Como eu disse, eu adoro “colecionar” pontos de vistas e ideias. E foi através dessa frase que eu descobri Bakemonogatari e senti interesse em assistir. Eu literalmente esperei o anime inteiro apenas para saber em que contexto isso tinha sido usado, e depois disso, o que me motivou a continuar vendo, foi meu TOC por ter que terminar tudo que começo. Se não fosse por isso, provavelmente teria deixado a série de lado, o que seria uma grande pena para mim.

E os motivos dessa frase ter me marcado tanto, não foi o fato dela ser uma filosofia em si, mas sim por ela me definir quase que perfeitamente. De fato, eu sou uma “Hanekawa”, tudo está sempre bom para mim, a grande maioria dos meu gostos se encaixam nos dos outros, e me importo com tudo, ao mesmo tempo em que nada faz diferença. E é meio estranho falar isso, mas me ajudou bastante a corrigir alguns pontos que me incomodavam, principalmente em relação ao “empurrar os problemas para longe”.

Talvez por conveniência escolhi Monogatari, apenas para facilitar a “soma” dos pensamentos que eu tinha, mas por sorte, eu consegui adicionar os 0,14 nisso tudo. E sendo bem sincero, foi a melhor coisa que podia me acontecer, por mais que o NisiOisiN não goste de ser chamado assim, para mim ele é um gênio.

Bem, acho que era só isso que queria falar, talvez tenha ficado bem ruim, mas no fundo, era para ser só um Zaregoto qualquer. Sendo assim, caso tenha ficado muito confuso, ou eu tenha errado alguma coisa, peço desculpas.

E obrigado por terem lido.

Yay! Yay! Peace!

Advertisements

14 thoughts on “Dokusha no Monogatari #01 – “A regra dos 0,14”

  1. Gostei bastante do texto. Continue assim (se, por acaso, você continuar escrevendo pra esse site). Paz no coração.

  2. Whooh, e não que o primeiro texto ficou ótimo, quase me embaraço de tentar jogar minhas idéias num papel após um começo desses. Muito interessante seu estilo de escrita Marcelo, se me permite dizer. Lembra muito o dos próprios blogueiros da Otomegatari. Acho que de fato é difícil não se adaptar um pouco pro ambiente onde se escreve, ou você é perfeitamente simpático ao estilo deles e eu só estou brincando de retórica mesmo.
    Bom, me inspira a tentar mandar algo também. Se o tempo me permitir, é claro.
    Peace!

    • Valeu xD
      Sim, eu me baseei nos textos deles, mas acho que tá longe de ter a mesma qualidade kkk
      Tenta escrever sim, é sempre bom falar de Monogatari kkk

      • E o texto ficou sinceramente bem legal, parabéns, Marcelo. Agradecemos a iniciativa de escrever. E sim, o Nisio usa um linguajar matemático em Zaregoto, no volume 3 a Hagiari Shiogi diz que o protagonista é uma “Aimless Equation”, não sei se Zaregoto é tão simples como você disse. Tenho a impressão que os personagens te induzem ao erro de pensamento ou associação, principalmente o Inoji que afirma mentir muito.

        • Eu é que agradeço pela oportunidade.
          A parti simples que eu quis dizer, é em relação as referencias, como minha vó gosta de dizer: ele da nome aos bois.
          Você sabe sobre o que ele ta se referindo e acaba conseguindo assimilar a ideia, quando vou ler Zaregoto tenho que ficar com o google aberto para vez ou outra ter que pesquisar alguma teoria, filosofia e até mesmo autores que ele cita para poder entender melhor.
          Agora sobre a mentira, realmente, ele não é um narrador “honesto”, no segundo volume ele conseguiu me convencer de que tinha um pouco de moral, que não era um caso totalmente perdido. Porém, no final, a Aikawa vem explicar e com uma frase, faz você perceber que tava vendo tudo no ponto de vista dele.

  3. Com um texto desse nível no início fica difícil de mandar um haha.
    Cara me identifiquei muito quando vc diz que gosta de colecionar pontos de vista e ideias das pessoas.
    Você escreve muito bem , deveria continuar.

  4. Já que a bobagem se inicia com Nietzsche, “Dificilmente alguém tomará por verdadeira uma doutrina apenas porque ela torna feliz” — NISIOISIN segue essa linhan em sua tendência de acabar tudo com, no mínimo, um final agridoce. A matemática é o modo como ele fala que, democraticamente, tudo é reduzido a quantidade. É interessante ver que boa parte continua a ver a série pela empatia com a Hanekawa — seria NISIOISIN impelindo uma reação?
    Parabéns pelo texto, Marcelo, e o blog pela iniciativa e foi mal pelo textão.

    • Nietzsche é bem a cara do Nisio mesmo, e é como você disse, dá para quase dizer que ele não gosta de finais felizes, é tudo muito agridoce, eles tiveram o final feliz, mas nem sempre valeu a pena por tudo o que eles passaram.
      Sobre a matemática, é bem isso, e jeito dele dizer que o mundo atualmente é uma grande equação, valores tem que ser reduzidos ou aumentados para que o resultado seja igualado.
      Vindo do Nisio eu não duvidaria nada kkkk Mas que sabe, isso apenas não seja um exemplo da Leis dos grandes números kk

  5. Marcelo, tenho uma pergunta simples, porém um tanto complicada a se responder.
    Apenas uma única pergunta…

    Marcelo, você conseguiu fugir, escapar, desvencilhar-se da indiferença?…
    Esse sentimento/síndrome/doença… essa sombra atormenta a pouca luz da minha vida todos os dias, é como se não importasse você estar vivo, as vezes é essa a sensação que tenho, porém estou exagerando e o ponto principal da qual quero saber já perguntei.

    Aliás, suas palavras foram muito bem plantadas nesse jardim de plantas bizarras que é esse blog que tanto amamos, parabéns.
    E falando uma última vez, a frase que o define faz par, anda lado a lado com outra definição que me deram e com surpresa percebi que era verdade.
    deixe-me me apresentar, sou Kan O Impróprio

    • Oi Kan, muito prazer em te conhecer. Desculpa ter demorado um pouco para responder, mas vamos lá.

      Eu não consegui “fugir”, mas sim passei a aceitar. Sabe, eu sempre olhei essa frase como sendo um copo meio cheio. “Se você gosta de tudo, significa que nada faz diferença”, porém, o inverso eu também acho valido. “Se nada faz diferença, e porque você gosta de tudo”. Eu realmente gosto de tudo, não por ser um conveniência, mas sim porque é como eu sou.

      Sinceramente, eu nunca cheguei a pensar que não valia a pena viver, diria que sempre foi ao contrario, por ser indiferente a tudo é que a vida tem graça, eu posso fazer o que eu quero sem me preocupar com nada. Se eu sinto vontade de tocar violão eu vou lá e toco, mesmo que seja péssimo nisso kkk Por que afinal, não faz diferença se vão gostar ou não, o importante é que eu fiz.

      Se você só esperar o final do filme, nunca vai entender o porquê daquela história.
      Ok, desculpa a frase de efeito horrível.

      Não sei se respondi o que você queria, e se tiver mais perguntas fique a vontade.

      • aceitar a diferença como parte de sí, é?
        Existe dignidade nessa decisão.

        Eu entendi o que quis dizer com a frase de efeito, afinal se você apenas esperar pelos 15 minutos finais do filme, onde tudo é revelado, para onde foi as 1 hora e 15 minutos do filme, antes do final?…

        Sim, a indiferença faz parte de quem Marcelo é, você a aceitou.
        Mas e supondo que seja uma indiferença que mate seus sentimentos, pouco a pouco…
        Como uma aura negra, chamas negras que o consome vagarosamente, até não sentir nada significativamente importante?

        • Bem, eu não vejo problemas com isso kkk

          Sim, sim, isso que quis dizer.

          Hum… Sobre isso eu não sei o que falar, porquê não é assim que vejo… É como eu disse no texto, eu me importo com tudo, ao mesmo tempo que não me importo com nada( não ao pé da letra, claro)… Mas eu diria que vejo o inverso que você, ao invez de nada ter um significado, eu acho que tudo tem um significado, por isso, acaba sendo tudo igual, ou seja, nada é diferente…

          Sinto muito não poder responder exatamente o que você quer.

Dê sua opinião!

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s