Wazamonogatari – A Ascensão de Lola

Wazamonogatari

Transilvânia.

Os meandros pelos quais o Nisio caminha são bastante complexos. É muito custoso tentar entender algumas decisões dele e, muitas vezes, elas são incompreensíveis mesmo sendo explicadas. Há muitos e muitos anos, existia a Bela Princesa, uma jovem de cabelos loiros que era pueril e só desejava o bem; após optar pela escolha de que todos pudesse ver seu interior, a maldição começou.

Corpos, corpos, corpos. Mortes. Decapitações. Suicídios. Ah, que triste destino. Ela vagou por algum tempo até que encontrou. Ou melhor, foi encontrada. Por aquele que a transformaria em um vampiro.

No princípio era o Verbo.

No princípio era Lola.

Sentem-se, o teatro vai começar. A mais apetitosa de todas as histórias, sobre como ela se tornou a mais vistosa das aberrações.

Bom apetite, Acerola (Bon-appetit Acerola) – 106 páginas

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Quando a nomeei de Kiss-shot, tinha em mente a imagem de que quando ela morde alguém, parece estar dando um beijo.

Antes de ter dado seu novo nome, ela era conhecida como ‘Princesa Acerola’ e, antes desse título, era somente ‘Lola’.

Depois que Lola ascendeu ao Trono, tornou-se então a ‘Princesa Acerola’.

Quero dizer, não é um nome ruim, mas acho que soa um pouco digno demais, carinhoso demais. Bem, é meu dever nomeá-la com um nome incrível, visto que fui eu que a transformei em vampira.

Eu realmente não deveria ter dado um novo nome a ela. Não conhece o ditado? Ao dar um nome ao animal, você acaba se afeiçoando a ele.

Ah, o palíndromo sempre brincando com as palavras. O gracejo soa mais óbvio em inglês, algo como Asce(nded) Lola = Acerola. Ela ascende. Devem estar questionando quem é a pessoa narrando com tanta propriedade, certo?  Não é a Lola ou qualquer personagem que já tenha aparecido, seu nome dantesco é “Deathtopia Virtuoso Suicide-Master”. Imagino que notem a inspiração de algum futuro nome, espero.

Pulando as formalidades, vou apenas me referir a ele como Deathtopia e sempre usando pronomes masculinos. O Vampiro Suicida da Inexorável e Certa morte. Este vampiro mora no “Castelo dos Corpos” que costumava ser o castelo do “Rei dos Corpos”, ele nasceu do ódio e rancor daqueles que foram mortos por Vlad Dracul III (O Empalador). Basicamente ele é a reencarnação do Drácula.

A lenda do rei e do castelo, somados a tudo isso, deram origem a Deathtopia. Ele sente bastante orgulho de seus olhos e cabelos dourados (características que seus servos herdam), além da habilidade “inigualável” de dar nomes “incríveis”. Ele tem uma política bastante séria sobre devorar todos que ele mesmo mata e apenas esses; muitos de seus servos foram mortos (pelas mãos do próprio) ao se voltarem contra ele.

Atualmente resta apenas um servo, intitulado de “Tropicalesque Home-A-Wave Dog-Strings”. Parece que estou inventando, mas é retardado incrível dessa forma mesmo. A narrativa começa com o Suicide-Master despertando após ter morrido de fome (ele só se alimenta das coisas que ele mesmo matou), o Tropicalesque é quem explica a ele que metade o reino foi exterminado por culpa da Bela Princesa.

É confirmado que ela exterminou diversos reinos enquanto vivia de modo errante, futuramente os livros de história dariam uma outra versão a respeito dessas mortes. Visando o bem-estar do mestre, Tropicalesque se oferece para ser devorado, mas Deathtopia decide que vai encontrar a Princesa e devorá-la. Ao localizar uma série de corpos, ele a encontra dentro de uma choupana e tem sua visão escurecida.

A regra sobre vampiros só poderem entrar no lar de alguém ao serem convidados não é algo que eu criei, por isso vou ignorá-la.

Ele havia cometido suicido. A culpa anormal que todos sentem não é uma exceção ao vampiro, ele a vislumbrou, desejou comê-la e se matou. A história começa uma espécie de ciclo nesse ponto, ele decide que ela vai ser sua próxima refeição, mas sempre sente culpa e acaba se matando. Boa parte dos capítulos começa com ele dizendo: “Ah, parece que me suicidei.”

A garota que está diante dele não aceita ser chamada de “Bela Princesa” ou pelo o nome que seu pai a deu, Lola. Ela quer ser apenas “Acerola”, Deathtopia a chama de “Princesa Acerola”, embora ela não seja realmente uma princesa. Ela tem cabelos dourados e heterocromia: seu olho direito é prateado, o esquerdo é em um tom de cobre. Não só sua aparência é diferente, ela não fala em tons “formais” como a conhecemos, é algo de forma comum.

Ele sugere que ela siga com ele para o Castelo. Ele é um vampiro e o país está deserto, portanto, ele pode morrer pela culpa muitas vezes sem que ela precise se preocupar. Deathtopia diz que pode ajudá-la a se curar da maldição, mas assim que for feito, vai devorá-la no mesmo instante. Tropicalesque fica enciumado com a ideia de uma humana estar recebendo tanta atenção e é contra a ideia dela morar ali por algum tempo.

O plano do Deathtopia para acabar com a maldição é fazer com que ela se torne arrogante. Ou melhor, fazer com que ela se torne a vampira Shinobu, conhecida por todos em Kizumonogatari. Ele ensina a ela a rir com o famoso “Ka Ka” e fazer com que ela aja utilizando trejeitos formais; eliminando a aparente personalidade positiva dela, a maldição poderia ser contornada.

Por mais que ela tente e tente, até consegue algum sucesso, mas a sua natural beleza interior sempre ressurge. Em uma ocasião em particular, Deathtopia chega e encontra a Shinobu segurando castiçal, ela parecia estar mirando o próprio olho quando é impedida pelo vampiro. Ele a questiona a respeito desse “suicídio” e ela esclarece o motivo desse ato.

O que foi? Pensei que se arrancasse um olho ficaria parecida com um pirata.

O senso de moda da Shinobu pode ter sido instigado por seu mestre, tecnicamente. Ele costumava fazer diversos vestidos e modelos para que ela vestisse, embora o vampiro sempre reclame que é uma pena, pois ela é tão bela que ofusca as vestimentas. Diversas ideias ocorrem para eliminar a maldição, até mesmo encontrar um príncipe, mas ele descarta isso.

Em algum ponto Deathtopia começa a se afeiçoar a Acerola, cogitando até deixá-la morar no castelo, mesmo sem a cura da maldição. Conforme a história avança, ele morre cada vez mais de fome, mas dependendo de sua energia no geral, ao retornar ele se sente saciado. Contudo, eles perdem parte de sua memória recente. Pensem nisso como um ferimento na cabeça que te deixa desmemoriado.

Menciono isso pois, em algum momento dessa estadia da Acerola, ele percebe que o Tropicalesque simplesmente não existe mais. Ao entrar no quarto da Shinobu ele encontra as entranhas do servo espalhas pelo quarto. Sim, ele havia sido vítima da maldição da Shinobu e não tinha energia o suficiente para se regenerar. Deathtopia, então, percebe que um dia sua regeneração não vai mais funcionar.

Acerola observa atentamente a cena onde o Deathtopia devora os restos mortais do antigo servo e toma uma decisão: ela também quer ser uma vampira. Mais do que isso, ela sente inveja dele e quer se tornar como ele. Sua beleza interior parece deturpada nesse ponto, pois ela acredita que se tornando uma vampira, vai poder comer os restos mortais de todos aqueles que se suicidam por conta dela.

Mas Deathtopia está cético a respeito de conseguir burlar a maldição, então Acerola diz que se for uma decisão tomada em prol dela, é possível que ele a morda. Instante antes de mordê-la, ele a nomeia de Kiss-shot Acerola-Orion Heart-Under-Blade. Temos um pulo de 600 anos nesse momento, alcançando os dias atuais e descobrindo que Deathtopia ainda está vivo.

Em algum momento a maldição da Bela Princesa cessou e ele não faz ideia de como isso ocorreu. Recentemente ele ouviu rumores a respeito dela ter sido exorcizada e, acreditando ser mentira, parte em direção a sua localização para averiguar isso.

Ah sim, em suas últimas falas fica bastante explícito o fato de ele ser ela. Deathtopia é uma vampira também.

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Ogro Karen (Karen Ogre) – 71 páginas

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Eu nunca pensei que diria isso mas, Araragi Karen, não tenho mais nada a ensinar.

Araragi Karen: 1,79 m de altura. Atualmente no ensino médio, especificamente nas suas primeiras férias de verão do ensino médio, estudando em um outro colégio, optou por não ir para o Naoetsu. Ela precisa buscar a si mesma em um treinamento! Sim! Para isso, seguindo as recomendações de seu mestre, decide fazer o famigerado “treinamento nas montanhas” e encontrar a “cachoeira do ogro”. Mas como isso seria pouco para ela, decide fazer uma trilha que envolva passar por 3 montanhas diferentes.

Quando eu disse ‘quebrei ossos para convencê-lo’ foi mais no sentido de que ‘foi bem difícil’, mas quando eu o ameacei dizendo que subiria a montanha mesmo se precisasse quebrar os ossos dele, ele cedeu. – Karen

Aparentemente, existiu um famoso montanhista que ao ser questionado sobre o motivo de escalar montanhas, simplesmente disse: ‘é porque elas estão lá!’. Se isso proceder, então por que ele desceu depois? Será que o motivo foi a família dele não estar no topo? – Tsukihi

Estou disposta a fazer tudo, só não sei o que fazer. – Karen

Os problemas começam logo na primeira montanha, quando ela é incapaz de interpretar o mapa. Anos de planejamento deixados nas mãos da Tsukihi cobram o seu preço nesse momento. Então, a pedido do Araragi e comprada com a promessa de donuts, surge a Shinobu em sua forma adolescente (a mesma de Nise na luta contra a Kagenui). Oferece chocolates e explica o caminho a ela, indo embora depois.

O que acontece depois é a sucessão de problemas causados pelo despreparo da Karen. A Karen não faz ideia do que está tentando fazer e imaginou que haveria uma loja nas montanhas. Ela trouxe arroz e uma máquina de cozinhar arroz consigo, ela então (genialmente) decide ir ao rio, buscar a água e esbarra com a adorável mamãe urso e seus 3 adoráveis filhotes querendo comer o bendito arroz.

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Não foi uma boa ideia, em muitos sentidos. Em pânico a Karen quase ataca os ursos e é impedida, de novo, pela Shinobu. Essa é a “Shinobu” prima da “Shinobu” que esbarrou com ela mais cedo. Uma família grande de Shinobus. Bem grande. A Shinobu (a segunda Shinobu pelas minhas contas) entrega um amuleto para afastar ursos e uma katana. Katana que segundo ela, pode servir de apoio.

Quem sou eu para questionar o valor de uma espada demoníaca sendo utilizada como apoio, não é mesmo? Assim a Karen conclui a primeira montanha. Lógico que a situação piora na segunda montanha que é bastante afiada/pontuda nas extremidades. A situação, seguindo o bom senso, diria que a pessoa utilizaria a katana como algum apoio, mas a Karen opta por deixá-la para trás.

Ela é mais uma vez salva pela Shinobu, dessa vez com 10 anos de idade. Ela não consegue controlar sua forma por estar na sombra da Karen e só consegue fazer isso por ela ser irmã/ter um laço próximo com o Araragi. A Shinobu cura o braço da Karen (que se desloca na escalada) e a ajuda oferecendo luvas, dessa forma Karen completa a segunda montanha.

Ah, não precisa me agradecer. Todas as vezes em que você quase acaba morta, aumenta a variação de donuts que vou receber! – Shinobu (provavelmente a quarta) Oshino

Algo que marca a narrativa da Karen não é só essas diversas menções a Tsukihi, mas ela constantemente repete “como uma ex-Fire Sister”, parece que a todo instante ela quer fazer as coisas de forma correta para honrar a antiga parceria que tinha com a irmã. Bem, a terceira montanha é essencialmente um vulcão, a Karen não tem caminho certo e vai seguindo pelo rio, fica com fome e tenta comer grama, recebendo reprovações da Shinobu.

A Shinobu mais uma vez ajuda a Karen com a comida e afins, depois disso, ela parte para o topo e percebe que está cercada por uma névoa densa. A Karen ouve então um barulho muito semelhante a um zumbido e pensa que está prestes a ser atacada, no susto ela pula em direção ao rio. Mas alguém a agarra no último instante, evitando que ela fosse arrastada pela correnteza.

Essa pessoa a acalma e indica o caminho correto. Ao finalmente encontrar a cachoeira que estava buscando, ela se troca e segue em direção a ela. A história termina com o Araragi agradecendo a Shinobu pela ajuda, mas ela afirma que a Karen teria se virado melhor sem ela.

O último trecho é bem enigmático, porque o Araragi ouve da irmã que a Shinobu resgatou ela no nevoeiro, mas a vampira afirma que não foi ela. O nome da cachoeira refere-se a encontrar um “oni” (ogro ou vampiro) e, também, a encontrar a si mesmo.

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Tsubasa Adormecida (Tsubasa Sleeping) – 49 páginas

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Essa era uma jornada para encontrar o Oshino, a mim mesma, e, possivelmente, para esquecer o Araragi-kun.

As viagens da Hanekawa em busca de Oshino Meme renderem muitas histórias. Essa em particular é o “pagamento” exigido pelo Oshino; se ela quer que ele retorne e ajude o Araragi, precisa narrar suas aventuras. Diversos comentários, tanto da Hanekawa quanto do Oshino, são feitos ao longo dessa crônica. A história se passa um pouco depois de “Sodachi Perdida”, com a Hanekawa na Alemanha.

Deixe-me contar sobre a vez na qual fiquei presa em um antigo castelo na Alemanha.

Ela soube que um especialista havia ido do Japão para a Alemanha e acreditava que poderia ser o Oshino, mas surpreendentemente, ela esbarra com o Dramaturgy, um dos vampiros de Kizumonogatari. Ele diz que com a ajuda da organização que trabalha pode ajudá-la com o Oshino, mas primeiro precisa acabar de caçar os vampiros “Highwaist” e “Lowrise”. Vampiros gêmeos que estão sequestrando turistas.

Dramatugy acredita que todos os turistas foram mortos e viraram refeições para os gêmeos, como o trabalho pode durar anos, a Hanekawa decide que vai ajudá-lo na caçada. A cidade fortaleza onde os gêmeos residem se localiza fora do mundo real, Dramatugy decide que vai usar a Hanekawa como isca e assim que ela for pega, vai segui-los através da barreira protetora.

Highwaist usa um vestido presto e Lowrise um smoking branco, a Hanekawa não consegue distinguir o gênero deles, mas ambos provavelmente devem ser fêmea e macho respectivamente. A Hanekawa é mesmo capturada e o Dramaturgy a segue, mas acaba preso na mesma cela que a dela. Ele acabou sendo capturado porque descobriu que quatro crianças ainda estavam vivas, conseguiu resgatá-las, mas acabou perdendo o elemento surpresa.

Dramatugy acha que fugir é impossível e desiste, mas a Hanekawa se recusa a aceitar isso, observando a atitude dela, ele entrega o espinho de uma rosa a ela. O espinho é uma espécie de pílula suicida para vampiros, assim ele poderia se matar em um momento de perigo. Os gêmeos a prendem sob uma mesa de bilhar.

Uma característica nos gêmeos é que a dupla fala imitando o outro com os caracteres ao contrário. Por exemplo, Highwaist diz: “Dessa forma” e Lowrise diz, em seguida: “amroF asseD”; eles parecem ansioso para brincar com a Hanekawa. Os vampiros decidem que vão tirar “partes” dela e o perdedor vai ser aquele a matá-la. A Hanekawa fica enfurecida com o fato deles brincarem com seres humanos dessa forma.

Quando Highwaist agarra o seio dela, ela morde, utilizando com os dentes do fundo, o espinho que Dramaturgy havia entregue. No caso de vampiros poderia ser a solução, o suicídio soa melhor que a tortura, mas tecnicamente o efeito na Hanekawa seria nulo. Mas tem algo especial com a Hanekawa, ela tem sangue de vampiro nas veias.

Correção, parte de um sangue vampiro. Em Kizu ela foi ressuscitada com o sangue do Araragi/Kiss-shot, a gata não se recorda do que ocorre depois desse momento da mordida, mas aparentemente seus cabelos e olhos ficam dourados feitos os de um legítimo vampiro.

Rapidamente se liberta e quase destrói a dupla, ao perceberem que não vão mais conseguir ficar em paz, cometem suicídio devorando um ao outro. A história termina com o Oshino dizendo que não sente mais sangue de vampiro dentro da Hanekawa.

E claro, diz que quer ouvir mais histórias que a Hanekawa viveu durante essa  longa viagem.

Tsubasa-Hanekawa

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17 thoughts on “Wazamonogatari – A Ascensão de Lola

  1. necessito muito ler isso, principalmente a história da Shinobu… Se a tal deathtopia está viva e foi atrás da Shinobu, pode ser que algum futuro arco seja sobre elas…

    Como você leu? Tem com passar o link ou algo do tipo, pode ser os Raw mesmo.

    antes que me esqueça… O texto ficou muito bom, parabéns.

    • Ah, ufa, que bom que gostou. Foram longas horas estruturando e tentando encaixar algumas partes, fico feliz que tenha gostado. De verdade. Sim, essa história (e a da Hanekawa) apontam para coisas envolvendo vampiros, possivelmente o Nisio vai trabalhar isso em algum grande arco futuramente, mas é só suposição no momento. Eu não li, eu procuro/espero alguém soltar nos fóruns da vida os spoilers, espero os spoilers detalhados e então, se eu tiver sorte, encontro alguém lendo a história e a comentando em inglês, a partir disso pego as falas dos personagens/detalhes que possam ficar de fora dos spoilers “comuns”.

      • Eita que trabalheira kkk

        Depois dessa fala: “A regra sobre vampiros só poderem entrar no lar de alguém ao serem convidados não é algo que eu criei, por isso vou ignorá-la.” Eu quero muito ler a história, aposto que não foi só isso que teve, pelas ideias dos nomes você já que ela dever ser uma personagem bem excêntrica

        • Essa fala é uma referência a Drácula, do Bram Stoker. Não sei é “referência”, mas é nesse livro que explicitam regras a respeito dos vampiros, uma delas é que eles realmente não conseguem entrar na moradia de outra pessoa sem serem convidados. A Deathtopia meio que está chutando essas regras, transgredindo.

  2. Hanekawa super saiyajin. Kkkkkkkkkkk
    Me pergunto qual a cor original do cabelo da Lola/Acerola, talvez ruivo? Bem provável que essa nova(tá, forcei a barra) vampira vá aparecer em alguma novel futura de monogatari, Nisio tem dessas coisas.

    • O cabelo original da Shinobu era dourado também, mas creio que fosse algo mais loiro/normal, deduzo que a coloração atual dela surgiu apenas depois que foi transformada. E sim, essa vampira, a ligação do Araragi pra Kanbaru (em Oroka), o Nisio está deixando vários eventos soltos.

  3. Finalmente os mistérios da Bela Princesa foram revelados seu nome de quando era humana, como virou vampira e a origem do nome de vampira dela, mas se essa Deathtopia foi quem a transformou em vampira a Kiss-Shot não deveria ser a serva dela? Eu ficava pensando em como ela poderia ter virado vampira sem se tornar serva, então a conclusão mais plausível que consegui chegar foi que ela chorou até não ter mais lágrimas para derramar.

    Achei que o coitado do Dramaturgie depois de Kizu não fosse mais aparecer, pois até o Episode reapareceu mas olha ele aí dando as caras de novo e esbarrando justamente com a Hanekawa.

    • A Deathtopia libera ela de ser “serva”, pois está cansada depois de sofrer tantas tentativas de assassinato dos próprios servos. Por uma série de coisas ela deixa a Kiss-shot ir embora.

    • Vai demorar um boooom tempo. O Shaft está adaptando Koyomimonogatari agora, restam Owari-3 e Zokuowari ainda. Só depois de finalizarem essas é que podemos começar a pensar na off-season.

      • Raigho , mano q texto incrivel!!!!

        Vamos por partes, eu queria agradecer pelos ótimos textos q vcs escrevem [a hora do almoço é a melhor hora do meu dia hauahuaha] no Otomegatari [minha pagina inicial hauhauhaua] .Os textos q vcs escrevem me dão mais vontade de ler Monogatari [e as outras obras q vcs comentam aqui aqui]. Como será q o Nisio consegue fazer isso, uma historia tão bagunçada e tão incrível!!!
        continuem fazendo esse ótimo trabalho!!! o/

        “Ah, não precisa me agradecer. Todas as vezes em que você quase acaba morta, aumenta a variação de donuts que vou receber!” – Shinobu (provavelmente a quarta) Oshino

        essa frase foi a melhor do dia hauhauhauahua

        • Obrigado! Obrigado! Eu e a Macchan estamos sempre focados em trazer os melhores textos/idéias para todos, particularmente fico satisfeito que tenha curtido os spoilers, é sempre bem trabalhoso. Mais uma vez meu sincero obrigado.

  4. Tô pensando que o Nisio não pretende acabar muito cedo a série. Talvez sem o Araragi como protagonista ou personagem importante.
    Personagens como a Shinobu e a Hanekawa poderiam ter mais arcos de desenvolvimento.

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  6. Pingback: Guia Prático para as Fases de Monogatari Series! – OtomeGatari

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