12 dias de Otomegatari – 10° dia: “Espadas sem limites trabalham”

12 Dias de OtomeGatariSou o osso da minha espada.

Yaho!

O Natal tá chegando, pessoal! Sabem o que isso significa?

Óbvio que é rabanadas e meu Pokémon Omega Ruby.

Além disso, nossos 12 dias estão chegando ao fim. Esperamos que estejam curtindo todos esses momentos melosos e lembrando alguns dos seus próprios animes desse ano… Ou Visual Novel, não sei qual o nível de virgindade de vocês. De qualquer jeito, continuamos essa maratona de lembranças com o osso da espada!

Fate/Stay Night – Unlimited Blade Works

I am the bone of my sword.
Steel is my body, fire is my blood.

I have created over a thousand blades,
Unknown to Death, nor known to Life.
Withstood pain to create many weapons,
Yet, this hand will never hold anything.
So as I pray, Unlimited Blade Works.

Durante cerca de 11-12 semanas, minha linha do tempo do twitter surtou recitando a famosa “oração” do Archer, eu inclusa depois de algum tempo. Sinceramente, preciso confessar que cada vez que bradamos isso em uníssono na medida do possível dos pixels, um arrepio percorre todo o meu corpo.

Não estou falando da Visual Novel com a rota UBW, a qual estou jogando, mas do anime em si. Depois de inúmeros fracassos da type-moon com animações: o anime original de Fate pela DEEN, aquele filme de UBW… É refrescante ver um trabalho tão majestoso sendo feito, digno da obra. Confesso que não sou fã de carteirinha de Fate/Stay Night há muito tempo, tentei assistir o anime original há alguns anos atrás e não suportei – consequentemente julguei que a VN fosse tão ruim quanto. Entretanto, após zerar a rota Fate, fui criando um certo carinho pela franquia (apesar da rota em questão ser uma bela porcaria melosa recheada de um romance amargo), que alcançou seu ápice com o anime de Unlimited Blade Works e suponho que vá alavancar ainda mais com o filme de Heavens Feel, terceira e última rota da VN.

O foco então é esse anime, essa rota. Primeiro, é minha heroína favorita: Tohsaka Rin. Pra quem ainda não percebeu, tenho meu lado tsundere predominando na minha personalidade. Segundo, tenho maior apreço por personagens que geralmente se destacam quanto a inteligência – Hanekawa Tsubasa, um exemplo. Terceiro, não gosto da Saber. Portanto, a rota é, digamos, da minha “waifu” de Fate. Como se não fosse o suficiente, é a rota do meu husbando, Archerheroic spirit E

Enfim. Os personagens que ganham os holofotes são os meus favoritos, o que já aumenta o hype de maneira exponencial. Segundo, a animação da Ufotable é deliciosa. É um sabor diferente do SHAFT – enquanto eles trabalham com algo sempre mais conceitual, a Ufotable tem aquele estilo consistente que basicamente grita “qualidade“. É um refresco para os olhos diante tantos trabalhos porcos em outros animes que vemos por aí, o que torna a experiência ainda incrível.

Fate/Stay Night é uma experiência incrível por si só (de novo, com exceção da rota Fate, aquele lixo repugnante). Entendo porque tem tanta gente que surta horrores com isso e é merecido.

Tratando da história em si, o que eu percebi até agora é em como tudo em UBW é… No limite. As situações em que tanto o Shirou quanto a Tohsaka se encontram são sempre o limite do limite, na beira do perigo a cada segundo. A tensão provocada pelo roteiro é fenomenal! Apesar de ter certo protagonismo na obra, afinal, Emiya Shirou é imortal que não morre no final, você continua se segurando na cadeira em quase todos os momentos pensando “meu deus. E agora?” Por exemplo, quando a Caster captura o Shirou, você até imagina que a Saber vai salvá-lo… Mas lembra-se que Assassin está guardando o templo. É óbvio que o Shirou não tem capacidade mágica de resolver isso e está a beira da sua morte!

Quando ele está preso pela Rider, logo quando eles são atacados pelo Berserker, atacados pela Caster novamente… São todas situações extremas que te fazem urgggggg santo jáh, madoka do céu, que diabos vai acontecer agor-

Por me deixar rodando na cadeira e me contorcendo de um lado pro outro em agonia pela tensão toda, ganhou um espacinho nessa maratona.

Afinal, Eu sou o osso da minha espada.

02-Archer-fires-Caladbolg

 

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One thought on “12 dias de Otomegatari – 10° dia: “Espadas sem limites trabalham”

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