O que faz um anime ser um sucesso matador de titãs?

maxresdefaultA bomba foi plantada, regada e nutrida.

Yaho! E-espera, não sou um zumbi! Sou eu mesma, ó, carne e osso. Talvez mais osso do que carne, mas fazer o quê, metabolismo rápido.

Caham, voltando ao tópico em questão… O pobre do Raigho ficou a mercê, fazendo posts, enquanto eu saía por aí e desenhava estudava muito sendo a cidadã responsável que sou. Mas depois daquela comemoração de 1 ano, tantos discursos e lágrimas, pelo menos alguma coisa eu tinha que postar.

E o que diabos estou postando, afinal? É uma ideia que estava coçando meu raciocínio faz um tempo já. Ora bolotas azedas, praticamente todos os anos temos aquele anime, sim, aquele anime que provoca o surgimento de inúmeras fanpages, todos subitamente mudam seus avatares para personagens dele e todo mundo só fala nisso. Você vai em qualquer evento de anime e todo mundo está lá, com uma camisa desse anime comprando bottons desse maldito anime. Yep, estou falando dos famosos blockbusters, esses sucessos absurdos que, com uma pequena minúscula faísca provocam mudanças inimagináveis em todos os otakus, otakinhos e “otaku procurando namorada gamer que goste de League e jogue de support”.

Do começo

Minha ideia talvez não tenha ficado clara com tantas referências maravilhosas, então vamos lá.

Você está aí, sentado na sua cadeira, comendo cheetos. Mais um dia onde você está vivendo do ócio, descendo pelo facebook e de olho na sua timeline do twitter, inclusive stalkeando aquela menina que nunca vai te dar bola, inclusive que viraria lésbica só pra você não ter chances. Começa uma nova temporada de animes e, de repente, em um dia qualquer, algum anime se torna o falatório de todo mundo. No segundo episódio, já tem centenas de pessoas (japoneses, obviamente), postando fotos de cosplay dos personagens desse anime. Já tem jogo pra PS3, PS4, XBOX One, tudo menos o Wii U.

Por quê?

Sério, nunca intrigou vocês? Nem sempre são animes orginais, como Madoka. As vezes são obras que já estão bolando por aí há tempos, quase acabando. Ninguém realmente dava atenção ou, se dava, era um fandom muito muito pequeno. Por falar nisso, posso puxar um exemplo até de Monogatari. Sim, sei que falamos de Monogatari o tempo todo, mas qualé: quem de vocês lembrava da Nadeko até Otorimonogatari? Na moralzinha. Eu posso afirmar com veemência que lembrava e gostava dela, mas eu vi Bakemonogatari todo mais de 10 vezes. Inclusive, parece que com Otorimonogatari, surgiram ainda mais fãs “proclamados” da série, mas não vamos entrar no mérito desses fingidos traidores fãs novos.

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Procurando faíscas

Quando você para mesmo pra pensar, TEM que ter algum motivo pra que isso aconteça. Toda temporada, vários e vários animes são apresentados, originais, adaptações, curtas, enfim – você tem uma verdadeira seleção pra escolher entre os mais diversos tipos, seja lá qual for sua praia – garotinhas, garotinhas de bíquini, garotinhas que pilotam robôs, garotinha mágicas…

Por tal motivo, analisando alguns animes que se tornaram sucessos estrondosos e outros que não chegaram no patamar, mas, agrariam um sucesso proporcionalmente enorme ao que era a fama anterior, cheguei a algumas razões pra essa explosão.

Morte

Sexo vende. Mas morte vende mais.

Quer a prova disso? Madoka. Sword Art Online. Shingeki no Kyojin. O que esses animes tem em comum? Simples: a morte é algo real, imprevisível e bate na sua porta com uma torta em uma mão e uma grade de cerveja na outra.

Vejamos… Madoka realmente só explodiu no episódio 3, com um estopim bem simples: a deliciosa retirada da cabeça de nossa Puella Amarela, Tomoe Mami. O que fez todo mundo surtar, fazer montagens, memes e tocar o terror no 4chan? Matar uma personagem. Melhor ainda – matar quando ninguém esperava isso.

Um fato é, em obras de ficção que não sejam absurdamente dark e edgy, não esperamos que a morte dê as caras. Por diversos anos, os animes trilharam um caminho onde não há nada impossível para o herói contanto que ele tenha o poder da amizade à seu favor. As coisas magicamente se resolvem quando alguém grita “Você consegue!” e, nós juntamente percorremos esse caminho criando a ilusão de que tudo sempre, sempre vai dar certo. Por isso, o elemento “vai dar merda” ficou ainda mais eficaz. O momento que antecede a morte da Mami é carregado de um sentimentalismo otimista, no qual ela finalmente abre seu coração para Madoka e encontra seu verdadeiro “eu”, suas motivações, seu coração. … E pá, ela morre. Viu? Já tá pilhado no anime, doido pra ver de novo.

SAO e Shingeki dispensam explicações. Apesar de serem inicialmente mais dark e edgy que Madoka, o medo da morte iminente mantém você vidrado e completamente grudado na tela do computador. Nesse caso, a expectativa de saber qual personagem vai morrer é o que prende você. Já não tem necessariamente o fator “vai dar merda” após um momento feliz, já pula direto pra merda catastrófica.

E, como falei de animes que não necessariamente se tornaram um grande “hit”, tem o próprio Danganronpa, adaptação de uma Visual Novel investigativa. Ora, os personagens não são tão incríveis assim. A história tem lá seus plot holes. Mas a morte – a suspeita de cada um, o medo, esse jogo de sobrevivência… Tanto que o jogo já está sendo traduzido para o português por alguns fãs.

Ah, falando em jogo de sobrevivência… Diário do Futuro, alguém conhece? Pois é. Pouco depois do anime foi lançado no Brasil. Coincidência? Acho que não.

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O adolescente que todos queriam ser

Sabe o que também vende mais que sexo? Self insert.

Para os que não são familiarizados com o termo, é, basicamente, quando você coloca o seu “eu” no personagem, assim como coloca o personagem no seu “eu”. Tudo que o personagem faz, fala, a maneira como ele age e sua personalidade fazem você se relacionar com ele, a ponto de achar que o autor pensou em você enquanto escrevia.

Não é nenhum pecado, com a tamanha baixa auto estima de todos nós, é bem comum e normal. O fator blockbuster nisso está em fazer o protagonista certo pro público alvo certo.

Primeiramente, tomar o Kirito como exemplo. Ele é o que todo adolescente queria ser: corajoso, forte e, principalmente, pegador. Aliás, nem precisa restringir ao Kirito: praticamente todos os protagonistas de shounen são enquadrados nessas características. Eles tem a garota bonita, ou até mais de uma, afim dele, sempre é o mais forte, destemido… Sendo realista e não necessariamente preconceituosa, é bem o oposto da maioria dos fãs desses mangás.

Geralmente são garotos inseguros, que tem dificuldade de fazer muitos amigos, pior ainda com garotas… Então, eles veem esse herói e assumem como “seu verdadeiro eu”, encarando a sua natureza tímida como apenas uma casca. A ilusão é feita na mente e, cada página que passa não é o Naruto, nem o Ichigo nem o Inuyasha (eita é velho) lá – é o garoto que está lendo, ele é o herói. Torna-se um refúgio e uma idolatria.

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Deep deep, profundidade

Neon.Genesis.Evangelion.full.1347974Filosofia. Simbolismos. Religião. Yaoi. Precisa de mais algo?

Conclusão

Ora pois, com certeza devem existir outros muitos fatores que ainda não tive a epifania sobre, mas esses são os mais frequentes que percebi nos sucessos -mais recentes- das animações. Não necessariamente sendo algo ruim e tampouco uma crítica, porque, muito mais que entreter, o objetivo deles é um só: vender. Não estão errados em usar todas as armas do arsenal… Inclusive calcinhas, muitas calcinhas.

E você, o que acha que faz um anime matar titãs? Ou usar o dual wielding e deixar todas as calcinhas molhadas ao mesmo tempo? Deixe seu comentáriozinho maroto lá embaixo e até a próxima.

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19 thoughts on “O que faz um anime ser um sucesso matador de titãs?

  1. Eu nunca tinha pensado tão a fundo no conceito de como a morte influenciava.
    O Self insert e profundidade estavam óbvios para mim, mas, realmente.
    Mirai Nikki me fez ficar antenado por ser um jogo de sobrevivência.
    O que me atraia em Sword Art era ser um jogo de sobrevivência também, tanto que depois que começou Alfheim perdi o interesse.
    Ótimo post Marcela!

  2. Marcela, sem querer ser carrasco, mas não entendi o objetivo dese post. Promover debates? Ou simplesmente questionar por que um autor faz uma história?

    Eu discordo com sua conclusão final. Até tem verdade isso que você falou, mas depende da mídia. Ambas essas obras que você ressaltou, SAO e SnK possuem mídias originais que, duvido muito que sejam feitas com o único objetivo de vender. O anime até pode ser, anime de SAO, anime de SnK, feitos pra vender, pra promover, para a produtora ganhar dinheiro em cima da história de um cara qualquer, ou até simplesmente para fazer uma propaganda. Mas isso pode ficar a cargo de um simples OVA.

    No caso de madoka eu não posso discordar. É só ler nas wikias de madoka e nas entrevistas do Urobuchi. Ele mesmo diz que precisa criar uma história focando já nas vendas e na fabricação de produtos em cima da história e dos personagens. Quando ele foi escrever madoka, ele nem queria fazer, apenas pediram pra ele fazer uma série sobre mahou-shoujos. Duvido que se dissessem-no “Escreva qualquer coisa” veríamos madoka em 2011. Depois da fama o cara já deve ter privilégio e mais liberdade de criar o que quer criar.

    Pra mim, aquilo que mais fará sucesso vai ser a série que agrada tanto normalfags quanto adultos, que foi o que SnK fez. Em geral, séries de ação. Ação é um gênero que agrada a maior parte do público. Por isso profetizo que Terra Formars será um modismo desse ano. Plot-twists e pá é algo até… simples, fica bom em qualquer história se for usado direito. Quer ver um anime imprevisível cheio de plot-twists que ninguém tá comentando tanto qt sao, madoka e snk? Samurai Flamenco. É a imprevisibilidade ilustrada esse anime.

    • Sim, o post tem como objetivo principal promover debates externos, aqui pelos comentários e uma pequena, casual reflexão interna sobre o assunto. Tive essa linha de raciocínio a respeito e gostaria de saber como as outras pessoas encaram-no.

      Sem dúvidas, sua opinião sobre o assunto é válida, aliás, algumas pessoas já me disseram coisa semelhante e não discordo. Entretanto, ácida do jeito que sou, acredito sim que existem poucos autores hoje em dia que façam algo por gosto, gosto MESMO ou, caso o façam, permaneçam nesse caminho até o final. O dinheiro entra, a comida melhora, as roupas ficam mais bonitas e aos poucos a pessoa perde o foco do início. Claro, isso é generalizar bastante, mas como disse ao Cuerti no twitter, a visão de que “fazer algo bom vende” é um pouco romântico. Afinal, o que é bom? O que não é? Entretanto, ao meu ver, existem pontos específicos que já funcionam com boa parte das pessoas e tornam uma obra “boa” para elas. Esses foram, no caso, os que mencionei no post.

      Agradeço o comentário e a opinião!

      • Interessante o que você questionou nesse comentário. Outro dia tava discutindo isso com um colega meu no skype, mas não chegamos em nenhuma conclusão. Estávamos discutindo sobre do que faz uma história ser boa ou ruim, pois por exemplo, mesmo que eu diga que tal anime é ruim, outra pessoa vai dizer que ele é bom. Então o que o anime é de fato? Ruim porque eu disse ou bom porque a outra pessoa disse? Acabou que pra dar um fim à discussão terminamos mau concluindo que uma história deve ser boa ou ruim por si mesma, e não pelo que os outros dizem que ela é. Isso remete até à própria arte. Qualquer arte é estética, nenhuma arte é desprezível ou desagradável, assim como qualquer história é boa.

        • Aí entraremos no mérito do que é arte. Todo anime é arte? Por exemplo… Strike Witches. Arte no meu conceito é a materialização dos sentimentos de alguém, não necessariamente explícito. Admito sim que, se um anime for arte, não há como avaliar.

          • Mas avaliar um anime sendo bom ou ruim é algo bem complicado. Até porque a maior parte deles são adaptações de outras obras (mangás, LNs) que geralmente ficam bem mal adaptados, é sério, é tanta coisa mal adaptada… Mas sempre tem um público que gosta, que é os que não conhecem a obra original ou até os que leram a obra original e gostariam de ver ela ganhando uma animação. Obviamente, uma adaptação é feita com o principal objetivo de promover a obra original, claro que a venda de DVDs e BDs é importante também, mas você só percebe que isso é importante olhando o investimento que o estúdio fez na obra.

        • Discutir a qualidade de uma obra com uma pessoa é extremamente complicado. Porque existe aqueles dois pontos: Nem tudo o que te agrada é bom, e nem tudo o que te desagrada é ruim. Comparar obras é outra coisa bem difícil também, ainda mais quando isso é feito com obras de gêneros diferentes. E eu até respondi ali embaixo, dizer que um anime é ruim ou bom é complicado. Porque tem pessoas que levam ele em conta como uma adaptação da obra original, e outros que esquecem totalmente a obra original para avaliar ele.

    • Saudações

      Sua opinião é a mesma que tenho sobre o post da jovem Marcela, nobre.
      Entretanto, acredito que sobre Samurai Flamenco, o diferencial está no ponto da obra chamar pouco a atenção.
      Muitos já largaram o anime pelo caminho, e a maior parte dos comentários que tenho lido sobre o mesmo são bem ruins (mas estou assistindo a obra ainda).

      Até mais!

  3. Texto curioso esse o seu. E realmente, os maiores hits dos últimos anos tiveram mesmo a morte em comum. SnK encheu o saco ano passado até de quem era fã, de tanto que comentavam. xD

    E a Panini foi super esperta. Vamos lançar o mangá por aqui e ver milhares de fãs se matando para ter o seu exemplar. rsrsrsr Desculpe utilizar isso, mas é quase isso que acontece…

    Não vou entrar muito no assunto. Só assisti SnK dos hits principais citados.

    Até mais

  4. Concordo em gênero ,número e grau.

    Um exemplo não citado foi Steins;Gate, era uma visual novel, ou seja, foi feita para vender assim como um jogo, adaptado para anime e acrescentado um OVA full shipping.

    No final temos que ver o seguinte: os estúdios são empresas, que visam o lucro, assim como qualquer outra empresa…

    Uma pena terem levado Evangelion 100% para esse lado, agora com o Rebuild.

    • Concordo! Cara, as razões pelas quais me fizeram gostar de Eva no filmes não mostram nem a fumaça. Puts… Retiraram toda a “enrolação” e focaram nas lutinhas, também distorcendo toda a história para parecer um enredo paralelo ou algo do tipo? Só sei que quero preparar minha pipoca para rir no possível 4.0.

  5. Sou de acordo. Tudo se move em torno do comércio, não acredito muito que existam exceções. Além disso, ainda penso em outra coisa. O cotidiano dos humanos em geral mudou, se tornou mais “selvagem” e frenético. Animes como os novos (SAO e SnK) tendem a levar essa característica em consideração, não só como uma forma de vender, mas para fazer a mesma coisa que as novelas tendem fazer, que não é nada menos que transportar o telespectador do seu mundo para um outro mais “legal”. SAO me lembra uma epopeia e SnK uma espécie de “descarga” de problemas e ideologias (a sociedade parece estar corrompida). O dono da história faz sua obra com o intuito de ter sucesso, por isso existem os clichês, afinal ninguém começaria a fazer um mangá sem ter a vontade de vê-lo se tornar uma febre. Mas isso não é algo que me faça odiá-los, afinal quero uma distração. As vezes alguns clichês me atraem, as vezes não. Ainda depende muito do subjetivo e do momento em que o espectador se dispõe a apreciar a obra.

    • Eu não apoio muito a arte comercial. Já leu Onani Master Kurosawwa? Senão, leia. É um doujin que nunca foi vendido e faz um sucesso ridículo de grande na internet.

      “O dono da história faz sua obra com o intuito de ter sucesso”
      Leia as entrevistas do Isayama. Ele tinha essa mesma visão que muitos escritores novatos têm e outros pensam que autores têm quando criam suas histórias, “Atrair público”.
      Num dos vídeo ele diz que um cara comentou “Odeio histórias voltadas para o leitor”, algo assim, se não me engano. Em seguida ele diz que depois de ler isso, decidiu fazer uma história que queria fazer, e não o que os outros queriam que ele fizesse.

      Ah mas assim o cara não vai lucrar… Naturalmente, alguém vai se interessar por essas histórias não-comerciais. Aconteceu com SnK e outros que não sei citar, mas acredito que não é algo impossível. Só não gosto da visão de que um cara faz algo meramente pelo dinheiro e fama. Se for só isso é mais fácil roubar um banco.

      Mas sabe um exemplo onde histórias que os autores sofrem tensão pro enredo cair na boca do povo? JUMP. Por isso as atrocidades de cancelamentos e enrolamentos de séries que já deveriam ter terminado (se dependesse do autor), e sobretudo um ótimo exemplo de arte comercial.

      • Interessante, de fato, existe o que posso chamar de sinceridade por parte de alguns. Afinal, quando faço algo, faço porque quero. Só que não conheço muitos casos, o que me chega são esses casos, que geralmente envolvem dinheiro e fama. Assim, fica difícil chegar em um ponto, se é feito para a indústria cultural ou se é feito por vontade própria. O que podemos fazer é identificar o que chega até nós. Seria um tanto filosófico se existissem outras pessoas assim, mas para a minha descrença na humanidade, rotulo como utópico. Mas esses autores são importantes agentes contra-hegemônicos, e se estiverem dispostos a não ter os “manjares” da indústria financiadora, tá valendo. Pode até ser que consigam fama e dinheiro algum dia, o que poderia resultar em nenhuma diferença ou em uma corrupção dos seus ideais. É difícil prever até onde vai a vontade do ser humano quando coloca-se poder na equação.

      • Isso que você falou sobre a Jump é super verídico mesmo. É como se tivesse um padrão criado somente para atrair um público em massa e conseguir boas vendas.

      • É triste pensar em mundo assim né? E ñ obstante creio se tratar de uma visão por demais apaixonada da realidade, muito para nossa infelicidade alias. Fato é q todo autor se vende em algum momento, sendo isto inevitável, acredito q se ainda assim uma boa obra possa nascer, palmas. Ademais, tbm escolho pensar como vc, a alternativa é insuficiente, depreciante até.

  6. O único self insert que eu senti até hoje, foi do Kyon de Suzumiya haruhi. A forma como ele aje, normal e simples. Coisas que eu normalmente faria. Filosofia e simbolismo me atrai (evangelion sz, o anime claro.) Mas de resto… A morte sem objetivo acho muito vago. E fan service depende muito, tem anime que vive única e simplesmente disso, ai para mim desanda por completo.

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