12 Dias de Anime – 4º dia: “Do Unlimited Blade Works ao Mundo Que Só Deus Conhece”

12 days of anime

Auuuuuuuuuuuu~

Nyan.

Yosh!

O grande Scamp do TheCartDriver realiza há 5 anos esses 12 dias comemorativos, onde ele comenta sobre determinada cena, algo que o tenha inspirado ou uma coisa marcante ocorrida em vários animes! Não é limitado só aos anime desse ano, qualquer anime é válido! E como seu humilde convite é aberto a todos que desejem participar, aqui estamos nós. Eu e a Marcela durante os próximos dias comentaremos sobre aquilo que nos emocionou, incentivou e encantou em determinados animes; tal como o convite do Scamp, sintam-se livres para comentar e deixar seus momentos marcantes nos comentários. Compartilhem conosco suas ~experiências~ animísticas.

ERU-ERUFUUUUUUUUU!

Fate/Stay Night: Unlimited Blade Works – Raigho

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Melhores cenas de lutas. Eu gosto do Shirou. Podem atacar as pedras em mim, sou culpado nesse caso. Eu consigo me simpatizar com a figura dele, embora convenhamos que ele seja irritante e até sem graça em alguns momentos… Eu gosto dele, da determinação dele. O fervor com o qual ele não hesita, ainda que seu ideal seja hipocrisia, ele não desiste.

A cena em questão é do filme/rota “Unlimited Blade Works“, especificamente na batalha entre Archer VS. Shirou, por opiniões sei que nem o filme/anime fazem jus ao quão incrível a série mas ainda assim a mensagem, o impacto dessa luta é visível! Muito mais do que uma batalha bestial, é o choque entre passado/futuro! Pense na questão: seu “eu” do futuro encontra-se contigo, a versão do passado, sabe de toda sua dor e pelo que vai passar, por isso tenta de toda forma destruir seu ideal e sonho! Ele esfrega na sua cara exatamente qual será o seu fim, ainda assim, você do passado permanece de pé, encara de frente aceitando a hipocrisia daquilo que você acredita! Com braços e pernas sendo quebrados, atacando para vencer não a batalha, mas o destino inexorável que está bem na sua frente.

A batalha toda é arrepiante, o ápice é quando o Archer compreende ao meu ver que seu ideal do passado não era errado, que o tempo apenas o moldou para algo diferente, mas aquele desejo era sincero! A mensagem é bastante clara: “Seja hipocrisia, seja uma mentira, acredite no seu ideal!

The World God Only Knows ~Goddess Arc~ – Marcela

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ARRRRRRCO DAS DEUSASSSSSSSSS!… Desculpem. É que… Sabe aquele anime que você assiste na cadeira, com a mão no queixo, fone no ouvido – e de repente, começa a saltar, tanto que arranca o fone longe, reprime um grito de tão hypado que você ficou?! Foi assim que eu fiquei com o arco das deusas, em japonês ~Megami-hen~, do anime The World God Only Knows, exibido nesse Verão de 2013.

Fica difícil pra mim até escolher um momento desse arco. Sinceramente, foi o melhor arco do anime e do mangá. … Na verdade, se vocês me permitirem, eu gostaria de escolher essa temporada inteira como um grande momento. Vocês não se importam? Mesmo?  Ótimo. Porque eu ia fazer isso de qualquer jeito.

Esse arco tão querido pra mim tem inúmeros momentos que fazem você deixar de assistir TWGOK como só aquela comédia quase harém. É quando o Keima finalmente começa a encarar de frente o que ele realmente estava fazendo – brincando com a emoção de garotas, mesmo que fosse para salvar o mundo. Na confissão da Chihiro e depois no show da Kanon, a ficha finalmente cai pra ele. O que ele esteve fazendo esse tempo todo? Tudo era só um jogo pra ele… Até a Kanon ser esfaqueada pela agente da Vintage. Ele percebe, da maneira mais violenta possível, que ele esteve jogando na realidade. Não era só um jogo com gráficos 3D… Era algo muito mais palpável, muito mais perigoso…

Escolhi esse anime porque a lição que eu tomei com ele se completa com o que falei no post de ontem, a respeito da Kiyama-sensei e de Railgun. A Kiyama-sensei fez tudo ao seu alcance pra salvar o que era precioso pra ela… Assim como o Keima faz. Entranto, a tarefa do Keima é complicada – ao mesmo tempo que ele salva o que é precioso para ele, tem que destruir algo igualmente importante. Então, o que você faz? Várias vezes um problema como esse cai de paraquedas em nossa rotina diária… Fazer o certo pra todos ou fazer o certo pra mim? Ah, a dualidade humana…

E só um comentário sobre o que o Raigho falou lá em cima: o Shirou é um bundão. Pior que ele, só o Shinji.

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37 thoughts on “12 Dias de Anime – 4º dia: “Do Unlimited Blade Works ao Mundo Que Só Deus Conhece”

  1. Sacanagem Marcela, só porque eu queria falar sobre o anime The World God Only Knows você chega e já fala dele T.T
    Passei um maior tempão pensado em um anime que me marcou e quando escolho um você fala sobre ele. Chatiei
    Agora to lascado para pensar em outro @_@
    Mas mesmo assim adorei!
    O filme do Fate/Stay Night eu não vi ainda(pra falar a verdade eu to enrolando para ver) mas depois desse comentário do Raigho deu vontade de assistir agora.

  2. Ora, Raigho, não há problema algum em gostar do Shirou, assim como não há problema em gostar do Shinji…(sarcasmo? ‘Magina…)
    Falando sério, eu só respeitei o Shirou no final de Fate/Zero, ele criança, falando sobre ideias infantis para o pai adotivo que ele julgava um herói. Naquela cena ele me convenceu de seus ideais mais do que em todos os 25 episódios de Fate/Stay Night. Mas admito que a luta entre ele e o Archer é muito boa.
    Se for para falra de uma cena que tenha me marcado em um anime (e há muitas, poxa!), vou citar essa de Fate/Zero mesmo (espero não estar dando spoiler demasiado, mas deixo aqui o aviso: SPOILER DE FATE/ZERO!): a cena do último episódio, em que o Kiritsugo salva o Shirou é bem impactante. O que é dito na cena, da perspectiva do Shirou, é lindo: “Eu me lembro daquele rosto, com lágrimas nos olhos por ter encontrado alguém vivo. Cheio de alegria do fundo do coração, parecia tão feliz que era como se fosse ele, e não eu, quem estava sendo salvo. E então, com tamanho fervor que, mesmo à beira da morte, eu fiquei com inveja, ele disse ‘obrigado’. Que tendo salvo ao menos uma pessoa, ele salvará a si próprio”.
    (FIM DO SPOIULER)
    Essa cena sintetiza tudo que Fate/Zero representa, a quebra do conceito de herói, dos ideias de honra e pureza, a desesperança e amargura que se abate em quem tenta seguir esse caminho. Não só é a cena que quebra completamente o Kiritsugo, mas o momento em que se constrói todo o caminho para o que vem a seguir. Como disso mais acima, foi nesse ponto que eu passei a respeitar o Shirou como personagem, pois a motivação dele é justificada aqui. Mais a frente, no final do episódio, ele declara que será um herói para o pai dele, e isso é muito mais convincente que todo aquele discurso de ser um “herói da justiça” de Fate/Stay Night. Se o Shirou adolescente é um babaca sem noção e incompetente (cara, ele pula na frente da golpe do Berserker para defender a Saber, sendo que ela é uma guerreira experiente com uma armadura mágica e ele um adolescente sem poderes, que só resistiu devido ao protagonismo e o fato de ter um artefato épico enfiado no rabo!), o Shirou criança soa muito mais adequado…
    Enfim, uma cena poderosa, que conseguiu até mudar levemente meu ponto de vista sobre um personagem que detesto, então vale a menção, mesmo que talvez hajam cenas mais marcantes para mim. (Imagina quanto eu escreveria se fosse falar destas?)

    Ah, Marcela, tenho que discordar de você, infelizmente. Shinji é bundão, mas Shirou não. Ele pode ser babaca, imbecil, inútil e irritante, mas bundão ele não era, não que isso o redima. Na verdade, entre os dois, prefiro o Shinji. Ao menos existe uma intenção por trás da falta de caráter e atitude do Shinji, o Shirou é só um personagem ruim mesmo…

      • Olha, o começo realmente dá a entender que vai ser uma comédia harém qualquer, mas minha visão foi distorcida de maneira drástica pelo Arco das Deusas. Recomendo que comece pelo que lhe fizer mais gosto: anime ou mangá. O anime adapta muito bem, cortando somente capítulos bônus que em nada acrescentam na história, com exceção da temporada que fiz mencionar – no caso, como antes do arco das deusas ainda tem cerca de 60 capítulos, eles resolveram pular muitas histórias que só deram um detalhe ou outro para que a história seguisse e condensaram no anime, mas o entendimento não fica perdido, acredite. Depois do arco das deusas é só alegria. A história vai se aprofundando e a mensagem verdadeira dela fica mais clara. Altamente recomendado!

        • Interessante, verei se encaixo em algum ponto da já épica lista de “plan to watch/read”, hehehehehehe…
          Mas realmente me instigou, gosto quando as coisas são mais do que aparentam, séries assim costumam me agradar muito…

      • O mais interessante dessa cena é que o Kiritsugu representa exatamente o contrário dos ideais do Shirou, ele mais do ninguem sabe quao cruel é o mundo, como a esperança é fragil e como o desespero pode dominar o coração humano. E a partir disso o Shirou idealiza o oposto, algo realmente belo.
        A mesma coisa aconteceu em machine doll dessa temporada: o cara tenta salvar o que era pra ser o automato mais forte do mundo, leva um ferimento do capeta e fica vivo, é ainda pior que o Shirou que pelo menos tinha a avalon.

        • Sim, toda a cena envolvendo o Kiritsugo e o Shirou foi linda, e ver, no fim, o Shirou dizendo que seria um herói para o pai dele, aquilo foi o ponto chave. “Acho que quando se cresce é difícil pensar em si mesmo como um herói”. “Então serei um herói por você! Você agora é adulto, não pode fazer isso, mas eu posso”…e entra a voz do passado dele perguntando que tipo de adulto ele quer ser, e a voz que responde é o Kiritsugo adulto “eu quero ser um herói!”. Um ciclo de dor e renovação, que só se fecha nas rotas de Fate/Stay Night, é lindo de ver…
          E quando, em Stay Night o Shirou sente na pele a maldição do Graal que afetou e matou o Kiritsugo, poxa, espero que no remake eles façam isso ainda mais impactante!

          Não vi Machine Doll, mas sinceramente, o Shirou ter a Avalon era uma das coisas mais chatas, mas imagino que só isso pode salva-lo naquele ponto, e tudo se conecta tão bem, que até perdoei esse Deus-Ex da série…

    • Hahaha. No ponto do Shirou eu concordo, ele é meu Gulty Pleasure dos personagens, peço perdão por isso, mas mencionando melhor sobre Stay Night a Saber e o Shirou são almas gêmeas! Ambos sonhadores…

      Você mencionou Fate/Zero que foi o ápice do foda, não só por explicar o passado das personagens mas também pelas “dicas” (o punhal que a Rin recebe do Kirei na maior filhadaputagem, o resgate do shirou, o desespero da Sakura e o esporro que a Saber recebe dos reis.)

      Ou ver o Kiritsugo desistindo do graal, a frieza do Kirei como vilão… não, aqui são pontos de vista, não temos heróis ou vilões. Por isso é incrível.

      • Jamais concordarei com o casal Shirou-Saber, eles são muito diferentes em quesito de experiência e sofrimento. O Shirou é um garoto que perdeu tudo e foi resgatado, ele tem seus traumas, mas a Saber é um rei que foi traído por todos que amou, passou décadas lutando e forçada a fingir ser algo que não era, teve de expulsar duas das já pessoas que realmente eram leias a ela, e foi morta pela própria filha, tendo de oferecer a si mesma como serva do mundo (Arayashiki) para conseguir um mínimo de paz para seu reino. Ela pode ser sonhadora, mas não é estúpida como o anime de Fate/Stay Night fez parecer, e poxa, a quebra de personalidade dela é foda, do nada, aquela guerreira honrada e determinada vira uma garotinha moemoekyun sem noção! É deprimente…
        Eu sempre acharei que a Saber é o tipo de personagem que deve terminar sozinho, não cabe nela um romance, em minha opinião, ainda mais se levar em conta que ela está presa num corpo de 16 anos, mas ela tem uns 40. É muita coisa para uma pessoa só carregar, e ela fez isso!
        O diálogo dos reis é ótimo mesmo, mas sempre fico meio incomodado com as forma como eles falam com ela (acho que nem preciso dizer que re-assisti “algumas” vezes, né?). Tem que relevar a diferença de época e propósito de cada um deles. Iskander era um conquistador, ele dominava um reino, e partia para outro deixando seus domínios nas mãos de representantes, Gilgamesh era déspota e egoísta, reinou apenas pelo seu próprio prazer sem nunca importar-se com o povo, e morreu numa busca egoísta. Diferente da Saber, eles nunca governaram de fato, Iskander nunca “sentou no trono”, Gilgamesh tinha o trono apenas por prazer, nenhum deles encarou as crises que ela teve, e mais, ela governou numa ilha cercada de inimigos e ainda teve de lidar com traições e guerras internas. São muito diferentes, por isso é interessante, há uma discrepância enorme entre eles, e o episódio em que conversam mostra bem isso, ela é de longe a que mais se engajou pelo povo, e foi traída, os ouros dois, por outro lado, viveram por si mesmos, e morreram em buscas pessoais, por isso não a compreendem.

        Continuo achando o Iskander um imbecil por dizer que não a reconhecia como um rei, quando de fato, ele nunca nem mesmo governou o povo. Ele diz que ela não guiou o povo dela, mas convenhamos, jogaram a responsabilidade toda nos ombros dela, quando a Arthuria tirou a espada da pedra, a merda já estava fedendo mais do que se podia suportar, e ela ainda tentou o máximo que pode para manter a paz na Bretanha. Se for para analisar, nenhum deles é melhor ou pior que o outro, foram apenas o que precisavam ser para o momento histórico em que viveram, e a Saber diz isso para o Iskander, quando o confronta perguntando se ele não se arrependia e ter sido traído por seus representantes. São pontos de vista muito diferentes.
        Ela é idealista no que tange as questões morais, mas sabe melhor do que ninguém a dor de ser traída e o peso de carregar a esperança de toda uma nação nos ombros. Como aceitar que um garoto estúpido como o Shirou forme par romântico com ela?

        Fate/Zero é incrível, espero que façam algo minimamente próximo a isso com o remake de Stay Night que será lançado, mas duvido que saia algo muito melhor que a versão antiga, infelizmente…

        (Desculpe, me empolguei no assunto, mas suponho que já esperava por isso, né? E a demora em responder, foi mal, mas andei meio perdido aqui, e tem sido difícil manter o ritmo nos comentários…)

        • Imagina, acredito que para você falar de Fate é como nós envolvendo monogatari.
          Shirou e Saber é realmente destoante em alguns pontos, mas não acho uma abominação total. Ok, ela é um rei e temos eras de diferença… Entretanto aconteceu. Quero dizer, ambos se apaixonaram, foi convívio e etc.
          Acho foda que a Saber aprendeu algumas lições importantes em Zero mas em Stay/Night parece mais “magnânima” ainda.
          Acho que a Saber tem um ideal de reino intangível demais, por isso as palavras duras do Iskandar.
          Compreendo ela simplesmente ter de carregar o mundo praticamente nos ombros… Mas ainda assim…

          • Ah, provavelmente meu apreço por Fate deve mesmo chegar no nível do de vocês por Monogatari, sim…

            Bem, não sei se posso concordar com isso, convivência nem sempre traz coisas boas, e entre os dois…o Shirou é uma versão ainda mais sonhadora e imatura da própria Saber. Ela tem um sonho inalcançável, mas reconhece isso e aprendeu a aceitar no fim do anime (um dos poucos pontos positivos em Stay Night, em minha opinião), ele por outro lado, fica perdido, mas talvez com uma direção competente, quem sabe? Mas acredito que eles sejam melhores como companheiros de batalha (irmãs de armas) que como casal, acho que a Rin caberia melhor como par romântico do Shirou, ou mesmo a Sakura. A Saber realmente me soa melhor sozinha, ela é abnegada demais, e tem aquela arrogância contida que eu adoro que foi perdida. num mundo ideal, ela provavelmente daria uma lição de moral no Shirou chamando-o de “pirralho”, mas a Dark Saber só aparecerá quando adaptarem a Heaven’s Feel…

            E concordo com o Iskander em certo ponto, por isso não posso apontar e dizer que um é melhor que o outro. Mas o ideal dela ser intangível não significa que ela não tenha consciência disso. Ela reconhece que não poderia alcançar os objetivos dela, enfim, ela é demais, só nunca recebeu a atenção merecida nas adaptações…

            • Acredito eu que o Ufotable vá adaptar Heaven’s Feels primeiro. Em formato anime, mas é pura especulação minha afinal detalhes só serão revelados em janeiro.

              E sim, pessoalmente falando acho que Shirou e Rin ficariam melhor (principalmente depois de UBW).

              • Então, estou em duvida quanto a isso, acho que farão a rota Fate primeiro, e depois a Heaven’s Feel, mas podemos sonhar, soube que num PV anunciando o remake durante a exibição de um filme de Kara no Kyoukai, mostraram cenas da Heaven’s Feel (por isso o fandom ficou louco achando que era isso). Mas capaz de fazerem duas temporadas, uma de remake e a outra com Heaven’s Feel, o que seria bom…

                Pra mim, Shirou Rin fica ótimo, assim como Shirou Sakura, ele lembra um pouco o Karyia, que, convenhamos, é o futuro do Shirou se ele cair nas mãos do Urobuchi hehehehehe…

              • Então, enquanto eu pesquisava sobre Mahou Tsukai no Yoru para ter certeza de que estava com as informações certas, acabei encontrando uma coisa que pode ser legal.
                Aquele PV do remake tem cenas não apenas de Heaven’s Feel como de UBW também, então, talvez, eles estejam com planos mais ambiciosos do que pensamos, e pretendam fazer as três rotas!

                Só não sei se vale a pena, mas eu acabaria assistindo mesmo se fosse pelo DEEN novamente, então tanto faz….

        • Mas sobre o Remake: por favor, Ufotable. Comparar com o DEEN é um sacrilégio. Estamos falando de uma adaptação muito superior (por mais que eu tenha carinho pela primeira adaptação).

          E relaxa, todos estamos corridos, um comentário seu já vale muito.

          • Espero mesmo que seja muito superior, afinal, pessoas competentes para isso há, e Ufotable tem capacidade para tanto. Um amigo meu me lembrou daquele luta entre os prédios de Stay Night, imagina aquilo animado pela Ufotable! Será lindo! Mas espero que faam a Heaven’s Feel depois…

            E espero um ar mais denso nesse remake, para conciliar com o Zero….
            Apesar de tudo, gosto de Stay Night, foi um anime que me agradou muito, mesmo com todos os defeitos…

            Poxa, eu realmente fico sem jeito com essas coisas, agradeço muito pela consideração! Só é uma pena eu não ter conseguido acompanhar Monogatari para comparecer mais aqui, adoro Monogatari, mas esse ano foi complicado…

              • Já estão na lista e passam na frente de muita coisa, por eu já conhecer (minha lista está cheia de coisas duvidosas que vou empurrando e só vejo se fico sem alternativas melhores…). Assim que tiver tempo, assistirei…

            • Sim! Uma boa dica é assistir as OPs do jogo “Fate/Stay Night: Realta nua” para o Vita! É tudo animação do ufotable e estão lindas.

              Imagina, só dou a consideração que acho merecida!

              • Já vi essas OPs, são lindas mesmo, deu vontade de jogar a VN, mesmo não gostando de ero-games. Eu até tenho a VN baixada aqui em inglês, mas bate um desanimo…

                Bem, espero continuar merecendo essa consideração então!

    • Na verdade, até fiz um review de Fate/Kaleid Lyner Prisma Illya aqui no otome porque a série foi bem bacana! Até com lolis fica bom.

      • Não assisti Kaleid Lyner, nem si se assistirei. A Illya ficou fofa de mahou-shoujo, mas sei lá, isso cairia melhor numa nova temporada de Carnival Phantasm, e não numa série própria. Talvez acabe pegando por ter relação com Fate, mas me pergunto o que a Irisviel pensaria se visse sua filhinha por ai fazendo cosplay de Sakura Card Captor, hehehehehe…

        • É um spin-off então não devemos levar muito a sério, mas ficou bom! É leve, divertido e temos batalhas boas. Claro, deve ser assistido descompromissadamente para melhor apreciação. Personagens próprios e um clima agradável, foi bacana.

          • Bem, se Godoka permitir, arranjarei tempo para esses spin-off e tudo mais, é Fate/Type Moon, então ainda devo pegar para ver mesmo…

            Mas já perdi as esperanças de um anime de Tsukihime, mesmo com o remake do jogo. Bem que poderiam tentar adaptar mais alguma coisa da Type Moon para variar, talvez Mahou Tsukai no Yuru, já que em conexão com Kara no Kyoukai que é sucesso de público…

            • Tsukihime, se não me engano, naquele Type-moon Festival (acho que era esse o nome) anunciaram um remake da novel. Ao menos foi revelado um novo design para os personagens.

              Mas seria bacana mesmo um novo anime. Até porque acho a história muito interessante.

              • Sim, é a VN mais “recente”. Aspas, pois na verdade ela já foi parcialmente escrita pelo Kinoko Nasu em 96, mas só depois do sucesso de Fate e Tsukihime ele decidiu transformar em VN esse enredo.
                Essa VN parece interessante, não vi muito sobre ela, mas as personagens são as irmãs Aozaki, Aoko (sensei do Shiki de Tsukihime) e Touko (de Kara no Kyoukai). Gosto de ambas, e como Mahou Tsukai no Yoru não é eroge, acho que tentarei uma hora dessas.

                  • Verdade, e se um dia tiver adaptação em anime e/ou OVA/filme, provavelmente seria pela Ufotable também, imagina que beleza?

                    Mas não parece que Mahou Tsukai no Yoru está fazendo sucesso o suficiente para ganhar adaptação…

  3. Pior que o shinji e o shirou é o yukiteru de mirai nikki. (aquele animal é incapaz de pensar sozinho)
    Kami nomi é para mim é uma das melhores animes/mangas! Sem duvida é o meu preferido.
    A respeito desse arco, com certeza é o melhor, pois houveram tantas reviravoltas inesperadas que não sei nem qual foi a mais impactante. Mas tenho que dizer que aquele final me deixou um pouco triste.

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