12 Dias de Anime – 3º dia: “Do Refrão a Somente o Meu Railgun”

12 days of anime

Auuuuuuuuuuuuuu~

Nyan.

Yahallo!

O grande Scamp do TheCartDriver realiza há 5 anos esses 12 dias comemorativos, onde ele comenta sobre determinada cena, algo que o tenha inspirado ou uma coisa marcante ocorrida em vários animes! Não é limitado só aos anime desse ano, qualquer anime é válido! E como seu humilde convite é aberto a todos que desejem participar, aqui estamos nós. Eu e a Marcela durante os próximos dias comentaremos sobre aquilo que nos emocionou, incentivou e encantou em determinados animes; tal como o convite do Scamp, sintam-se livres para comentar e deixar seus momentos marcantes nos comentários. Compartilhem conosco suas ~experiências~ animísticas.

Fight Fight!

Little Busters ~Refrain~ – Raigho

little_busters_refrain

Essa série é tão dolorosamente real. O estúdio Key é conhecido pelas suas histórias dramáticas e finais controversos com o desenvolver da história (Famoso Key Magic- puf todo mundo tá vivo yay), mas independente disso, suas histórias são lindas e com lições valiosas, com esse arco final o “Refrão”, precisamente no episódio 11 quando a verdade veio a tona sobre o “segredo do mundo” foi extremamente doloroso.

A série sempre passou uma mensagem bastante clara: “Viva ao máximo, não tenha medo de crescer.”; Riki aos poucos cresceu, tornou-se tão forte que impressionou o próprio Kyousuke! Por falar nisso, Kyousuke é um herói. Não, todos são heróis. Quantas pessoas em seu último desejo se reuniriam para salvar dois amigos? Quantos teriam a coragem de encarar a dor infinita pela sobrevivência de 2 amigos? Em muitos aspectos, Little Busters me lembrou de como a vida é… Ao longo dela vamos perder amigos, vamos perder entes queridos e em algum momento seremos o Kyousuke e gritaremos: “Por que eu preciso perder vocês? Eu quero passar a minha vida ao lado de todos vocês! Por que isso é tão irracional?”.

Somos obrigados a crescer com medo de nos perdermos, formando laços e vivendo cada dia aos poucos. Mas dói tanto pensar que um rosto familiar vai desaparecer, não dói? Mas dói pensar que aquelas risadas nunca mais serão ouvidas, não dói? Somos eternas crianças de mãos dadas que quando se separam sofrem incapazes de encarar as diversidades. Foi lindo, puramente lindo a amizade desses garotos, mais do que lindo, foi puro. Só queriam sorrir por mais um dia, mais um minutinho apenas. Crescer é duro, mas o Kyousuke me ensinou algo valioso: “Seja forte, siga em frente.”

Certo, Kyousuke, Masato, Kengo, Kud, Komari, Saigusa, Kurugaya, Mio? Né?

To Aru Kagaku no Railgun [A Certain Scientific Railgun] – Marcela

ToAruKagakunoRailgun-24-Large35

 

Cara, eu adoro quando os vilões tem motivos decentes.

Ah, espera, tenho que explicar melhor, né? Bom, Railgun foi um anime que comecei a assistir lá pra Agosto desse ano. Ainda estou terminando o S, então pra mim fica só a primeira temporada de algo que, mesmo com seus clichês, a parte superficial e a ciência mal explicada, me arrancou algumas belas lágrimas.

O arco principal da primeira temporada e “não-filler” (não sei isso direito, não li o mangá), que fala a respeito do Level Upper, foi incrível. Como disse, eu adoro quando vilões tem motivações válidas além de “quero fazer o mal, mwuahahaha”. Neste caso em específico, estamos falando da “vilã”, Kiyama-sensei. A primeira vista você fica com uma raiva imensa dela. Aí vem os flashbacks, ah, os flashbacks… A Kiyama-sensei na verdade foi só mais uma cientista vítima da sua ingenuidade e dos terríveis experimentos que cercam a cidade tecnológica e, incrivelmente macabra, Academy City. Criou os alunos orfãos como se fossem seus próprios filhos só para tê-los brutalmente arrancados de suas mãos… E, usando “os fins justificam os meios”, tornou-se uma vilã mal compreendida disso tudo, manipulando milhares de espers para conseguir resgatar suas crianças.

Pode parecer uma situação estrondosa demais para ser aplicada em um dia-a-dia tão monótono de uma estudante como eu. Só parece, no entanto. Quantas vezes você já não se pegou em um momento onde está lutando sozinho por algo, que é claramente um ultraje, e, ao invés de ter devido apoio, tudo que lhe resta são críticas e punições? Várias vezes durante esse ano de 2013 me encontrei em experiências como essas, quando parece que você está tentando lutar sozinho contra um Behemoth. Não vou negar, a atitude da cientista não foi a mais correta, talvez os fins nem sempre justifiquem os meios, mas qualquer luta contra algo injusto é válida.

Então, meu momento de anime me levou a seguinte reflexão: seguir acreditando no seu ideal durante as dificuldades, mesmo que ninguém corresponda da mesma forma. Só não garanto que não vá sair quebrando uma coisa ou outra no caminho… Mas é tudo pelas crianças, pessoal, pelas crianças!

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2 thoughts on “12 Dias de Anime – 3º dia: “Do Refrão a Somente o Meu Railgun”

  1. “Crescer é duro, mas o Kyousuke me ensinou algo valioso: “Seja forte, siga em frente.””
    Meu husbando é superior, só digo isso.

    Falando sério, esse clímax em Little Busters sempre me deixa com o coração em pedaços. Seja no anime ou na VN. Episódio 11 foi impecável, meu favorito desse ano. Que bom vê-lo nos Doze Dias de Anime.

  2. voce vai adorar o arco das sister do to aru kagaku no railgun S. Quando ele passou no index, não passou toda o clima tenso e desesperador quanto agora, pela visão da misaka.

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